O orago de Aborim é S. Martinho.
É um templo setecentista, pequeno, reformulado no séc. XIX; na frontaria destaque para o portal de lintel e base das ombreiras de belo recorte abarrocado e óculo mistilíneo; capela-mor e o corpo da Igreja são forrados a madeira pintada.
Tem o nome de Nª Sra. de Fátima, a sua primeira pedra foi lançada em 1978, tem um design moderno e funcional de acordo com as necessidades actuais, hoje é o principal centro religioso.
Oitocentista, tendo sido mudada de sítio e ampliada nos inícios do séc. XX.
Setecentista, particular, pertence à Casa de Celeiró.
Setecentista e particular, do arruinado Paço de Aborim.
De arquitectura quinhentista, situa-se junto à Igreja e ao Cemitério; tem inscrito no plinto a data de 1567, assinalando a sua construção; tem ao centro uma caveira sobre faixa com inscrição, “Esta obra foy feita por devoçon no anno da peste de mil quinhentos e sessenta e sete” tendo na base uma representação de ossadas cruzadas e uma lâmina de machado; noutra face encontra-se uma imagem interpretada como sendo a de S. Sebastião.
A colocar.
A colocar.
A colocar.
Cemitério construído em 1886.
De origens medievais, o arruinado conjunto de edifícios (habitação e torre ameada) sofreu importantes reestruturações ao longo dos séculos XVIII e XIX, do que resultou o actual e degradado edifício romântico e revivalista, com janelas geminadas de ameias em arco e telhados guarnecidos de ameias; do lado poente havia um tanque em que a água caía pelas narinas de um cavalo gravado na pedra; está classificado de Imóvel de Interesse Público.
A actual construção substituiu um edifício medieval, data do século XVII (1650), confirmado no tipo de janelas de colunelo, no coroamento de merlões e no portal de arco batido).
Edifício encapelado de sabor seiscentista, o corpo central é de dois pisos, marcado por ampla escadaria em disposição perpendicular e varanda coberta por alpendre, este suportado por delgados colunelos; foi ampliado e reestruturado no séc. XIX.
Edifício simples, com curioso e imponente portal de entrada oitocentista, cujo respectivo frontão apresenta um estranho conjunto escultórico em relevo; tem uma espécie de arremedo heráldico.
A Estação Ferroviária do Tamel é o principal motor de desenvolvimento económico-social e cultural da freguesia; uma parte do túnel do Tamel localiza-se aqui, sendo o mais extenso da linha do Minho, 980 metros de comprimento.
Fabrico de esculturas em pedra (Carlos Alberto Silva)
Padre António Rosa (benemérito)
Corre a tradição que a Casa de Aborim tinha o direito de asilo, ou seja, qualquer criminoso que se agarrasse a uma cadeia de ferro, que ainda existia nos inícios do séc. XX, na ombreira do portal de entrada aquela casa, livrava-se de ser perseguido pela justiça.
É uma terra bonita, onde a paisagem minhota revela as suas principais características. Situa-se na bacia orográfica do rio Neiva, é banhada por um pequeno regato que nasce no monte de Carapeços e a sua paisagem é muito verdejante e fresca.